Casamento binacional. Um relato sobre minhas experiências | Meine binationale Ehe

Um den deutschen Text zu lesen, bitte runterscrollen…

Queridos leitores,

Atendendo a pedidos, gostaria de escrever hoje acerca do tema “Relacionamento binacional”, mas especificamente como é/tem sido minha experiência já há quase 10 (!) anos…

Meu esposo é alemão, e namoramos e nos casamos na cidade de Aachen (para quem nunca ouviu falar dela, a cidade fica na divisa da Alemanha com a Bélgica e a Holanda). Quando nos conhecemos, eu já morava há 5 anos na Alemanha e já falava alemão fluentemente, o que ajudou bastante. Mas é claro que existe uma grande diferença entre a linguagem que se usa na escola/no trabalho e o vocabulário necessário para expressar seus sentimentos e emoções, principalmente quando se está chateado ou na hora de discutir sobre um assunto complicado…

Na minha opinião, acho que o mais importante num relacionamento binacional é demonstrar interesse pela cultura do amado/da amada. E um elemento essencial na vida de qualquer pessoa é a sua língua materna. Me lembro bem do dia em que meu esposo – na época estávamos no comecinho do nosso namoro – me disse que gostaria muito de aprender português. Como eu já havia visto muitos casais binacionais – na sua maioria tratava-se de alemães e brasileiras – em que isso era motivo de briga e discussões, eu disse a ele que não precisava se preocupar e tal… E daí ouvi dele uma das frases mais lindas que já escutei na minha vida: “A sua língua materna faz parte de você e quero aprendê-la para te conhecer melhor”. E é claro que me derreti todinha;) A nossa principal língua de comunicação sempre foi o alemão, mas também conversamos em português e, inclusive, damos boas risadas quando ele inventa palavras novas… Não, ele (ainda) não fala português fluentemente, mas sempre se esforçou e vejo isso como uma das expressões do amor dele por mim…

Como já estou aqui há 15 anos, é claro que já adotei muitos costumes alemães e ele, alguns hábitos brasileiros, como usar chinelo de dedo (as famosas Havaianas) com meia, mas claro que só em casa, né?! Mas, brincadeiras à parte: As maiores diferenças culturais percebemos quando se trata de assuntos relacionados à infância/adolescência, pois cresci no Brasil e ele, aqui na Alemanha. Ainda não temos filhos, mas acho que quando chegar a hora, teremos umas boas discussões de como fazer isso ou aquilo…:)

Algo que considero muito típico da cultura alemã é a reflexão do porquê se faz algo assim ou assado, inclusive existe um verbo para isso, o famoso “hinterfragen”, ou seja, perguntar pelo que está por detrás de algo… E confesso que o costume do meu esposo de fazê-lo me irritou muitas vezes. A minha impressão era de que ele estava criticando minha cultura/minha maneira de agir, mas na verdade ele só estava tentando entender o porquê do meu modo de pensar….

Outra coisa que foi difícil para mim no início do nosso relacionamento foi sobre a necessidade dele de “ter um tempo só para ele”, tradução da expressão alemã “Zeit für sich haben”. Eu, que venho de família grande – somos 4 filhos – e que nunca tive um quarto só para mim até meus 21 anos, me sentia ofendida e pouco amada nessas horas… O que me vinha à cabeça era “Meu Deus, o meu marido já se cansou de mim?” (Olha o drama! Rsrsrs)…Esse hábito de querer um tempo para si soa tão  estranho e até um pouco egoísta no início, mas nada mais expressa que a necessidade de reflexão que se tem, de estar sozinho um pouco para colocar os pensamentos em ordem… Passados quase 10 anos de relaciomanento, confesso que entendo perfeitamente esse costume e necessidade dele. Inclusive combinamos de viajar sozinhos de vez em quando…

Sei que para muitos brasileiros isso também soa estranho, mas faz um bem danado, sabia? Por exemplo: Por mais que meu marido se esforce para falar português, ame a minha família e o meu país, ele NUNCA vai sentir a falta deles como eu. E é por isso que já fui duas vezes ao Brasil sem a companhia dele… Por um lado porque o trabalho dele não o permitiu e, por outro, porque a minha saudade era (claro!) maior do que a dele… Ele também viaja sem mim uma vez ao ano para fazer trilha com os amigos. Quem já me acompanha há um tempinho, sabe que esse não é o meu hobby preferido (rsrsrs) e é por isso que não faz sentido que a gente faça essa viagem juntos…

Todo mundo que é casado sabe que um relacionamento só funciona quando os dois envolvidos estão dispostos a aceitarem as suas diferenças e a darem um passo em direção um do outro… E tenho certeza de que isso vale não somente para relacionamentos binacionais, mas também para qualquer namoro e casamento! Meu marido me ensina todos os dias a amar ainda mais a Alemanha, que se tornou a minha segunda pátria, e a me tornar um pessoa mais tolerante em relação a outros costumes e a outras mentalidades…

Como o texto já ficou longo demais, vou parando por aqui… Vale a pena lembrar que tudo o que escrevo tem a ver com as minhas experiências pessoais! E como este artigo se tornou ainda mais íntimo que os outros, peço que o tratem com respeito e cuidado na hora de darem a opinião de vocês, o que muito me interessaria, claro!

Um abraço,
Rode


Liebe Leser,

im heutigen Post geht es um das Thema „interkulturelle Partnerschaften“, da ich schon oft darauf angesprochen wurde…

Mein Mann ist Deutscher, und wir haben uns kennengelernt und geheiratet in Aachen. Als wir zusammenkamen, war ich schon 5 Jahre in Deutschland und konnte schon gut Deutsch, was natürlich Einiges erleichtert hat. Ich war es gewohnt, Deutsch in der Schule/auf der Arbeit zu sprechen, aber es war natürlich was ganz anderes, über meine Gefühle in einer Fremdsprache zu sprechen…

Die wichtigste Regel in einer interkulturellen Partnerschaft ist für mich, dass man sich für die Kultur des anderen interessiert und dieser auch offen gegenüber steht. Und dabei spielt natürlich die Muttersprache des Partners eine wichtige Rolle. Ich erinnere mich noch sehr gut an den Tag, an dem mein Mann ganz am Anfang unserer Beziehung zu mir sagte, dass er Portugiesisch lernen will. Da ich nicht wollte, dass er das nur aus Druck macht, habe ich versucht, ihm das auszureden… Ich hatte nämlich schon von vielen Beziehungen zwischen Brasilianerinnen und Deutschen mitbekommen, wo das ein Dauerstreitthema war… Und da hörte ich von ihm einen der schönsten Sätze, die ich jemals gehört habe: „Portugiesisch ist deine Muttersprache und somit ein Teil von dir. Ich will es lernen, um dich besser kennenzulernen“. Natürlich bin ich dabei dahingeschmolzen:) Deutsch ist unsere Hauptsprache, wenn wir kommunizieren, aber wir sprechen auch oft auf Portugiesisch miteinander. Und haben viel Spaß dabei, vor allem, wenn er sich neue (lustige) Wörter einfallen lässt… Nein, sein Portugiesisch ist (noch) nicht fließend, aber ich fühlte mich von vornherein wertgeschätzt, dass er meine Muttersprache lernt.

Mittlerweile bin ich schon seit 15 Jahren in Deutschland. Das ist eine lange Zeit! Da ich hier studiert habe, hier arbeite und auch hier erwachsen geworden bin, bin ich natürlich sehr deutsch geprägt. Wenn es aber um Kindheitsthemen geht, da sind meine brasilianischen Wurzeln natürlich sehr tief. Noch haben wir keine Kinder, aber ich glaube, es wird noch sehr spannend werden. Schließlich bin ich in Brasilien, und mein Mann in Deutschland aufgewachsen und haben sehr verschiedene Ansichten, wie manche Dinge in der Kindererziehung zu laufen haben…

In Deutschland ist das normal, dass man Dinge hinterfragt. Das kannte ich vorher nicht. Das Verb „hinterfragen“  kann ich nur durch einen ganzen Satz im Portugiesischen wiedergeben. Und so hat es mich am Anfang unserer Beziehung sehr irritiert, dass mein Mann oft Dinge hinterfragt hat, warum ich dies oder das gemacht habe. Mittlerweile weiß ich natürlich,  dass er mich nicht kritisieren, sondern mich nur besser verstehen wollte/will…

Was ich persönlich auch ziemlich typisch für Deutschland finde, ist die Tatsache, dass man offen sagen kann, dass man Zeit für sich braucht. Das klingt in Brasilien im ersten Moment komisch, da man dort sehr viel Wert auf Gemeinschaft legt. Ich persönlich bin in einer Großfamilie aufgewachsen – wir sind vier Kinder – und hatte mit erst 21 Jahren ein Zimmer für mich alleine. Dementsprechend war es für mich schwierig zu verstehen, dass mein Mann mal Zeit für sich alleine braucht. Mittlerweile weiß ich, wie gut es ihm tut, einfach mal für sich zu sein.

Ich denke, dass es eher unüblich ist, dass brasilianische Paare getrennt in den Urlaub fahren. Und auch das machen wir ab und zu. Mein Mann geht zum Beispiel gern wandern, was ich persönlich nicht so gerne mache. Da haben wir beide mehr davon, wenn er das ohne mich macht…

Jeder, der in einer Beziehung oder in einer Ehe ist, weiß, dass sie nur funktionieren kann, wenn beide aufeinander zugehen. Und das gilt schließlich nicht nur für interkulturelle Ehen oder Partnerschaften.

Ich könnte viel mehr darüber schreiben, aber der Text ist schon viel zu lang geworden. Ich schreibe andermal weiter darüber.

Wie sind denn eure Erfahrungen damit? Ich freue mich auf eure Berichte.

Alles Liebe,
Rode
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Veröffentlicht von Rode

Brasileira, residente na Alemanha, docente universitária, blogueira nas horas vagas e apaixonada por idiomas | Brasilianerin in Deutschland, Uni-Dozentin, Bloggerin und mit einer großen Leidenschaft für Sprachen

55 Kommentare

    • Rode, olá
      Achei muito bacana teus comentários sobre os costumes, as experiências, curiosidades.

    • Rode,

      Como escrevi na mensagem anterior, achi de extrema importância a tua experiência para que mulheres brasileiras que namoram com estrangeiros percebam que existem homens em qualquer país do mundo que respeita e outros não. Isso é um cuidado que todas devemos ter. Ainda há aquele pensamento cruel da parte de alguns de viajarem ao Brasil com o objetivo de turismo sexual.

      Vou contar um pouco da minha história para vocês:

      Há dez anos atrás conheci um alemão aqui em Salvador. Sou universitária, mãe, profissional, tenho uma família honesta e muito trabalhadora como a maioria. (apenas para que entendam que não há limites para maldades).

      Aos poucos fomos nos aproximando e tudo aconteceu de forma lenta. (sou observadora e não sou tão jovem a ponto de achar que tudo é perfeito sempre – a gente vai amadurecendo e eu ainda não tenho quarenta anos ainda). Até aí tudo bem. Um mês depois estávamos namorando e ele já vinha de outros estados do Brasil a turismo. No meio das nossas conversas ainda no início, perguntei há quanto tempo viajava ao Brasil. Ele me respondeu que há mais de vinte anos. Isso há dez anos atrás, ok? De repente fiquei mais alerta e mesmo assim seguimos namorando, e ele sempre muito calado. Foram dois anos entre idas e vindas ao Brasil, sumiços e telefonemas dele para mim. Há dez anos atrás não tinha whatsapp e mesmo skype não era tão popular. Era por e-mail e ainda assim, apenas um e-mail. Sempre que vinha ao Brasil, passagens por Alagoas, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Salvador e em algumas cidades além das capitais. (ora, se temos alguém a quem nos interessamos, por que não seguir uma viagem direta ou viajarmos juntos?). Era o que eu me perguntava. Hoje este homem tem 51 anos e mora el Lichetnau. Sul da Alemanha.
      Chegado o momento de voltar para o seu país, ele foi para Recife e de Salvador tem voos diretos para Frankfurt. Na noite que seria a véspera da viagem bateu aquela angústia e eu fui olhar o seu celular que sinalizou uma mensagem. Gente, já havia encontro marcado por lá, já tinha outras pessoas esperando. O mundo desabou para mim, mas comecei a juntas os fatos. Um homem que tinha vinte anos de estrada sem nunca ter casado, no mínimo era pra imaginar o objetivo dessas viagens? Ou eu estava fantasiando demais o dragão e com ciúmes?

      Acabei o namoro e pedi que nunca mais tivesse a coragem de me procurar, muito menos chegar perto da minha família. A parte mais difícil é enterrar alguém quando esta pessoa está viva e sai das nossas vidas por serem indignas de lá estarem. (não tenho absolutamente nada quem curte colecionar nomes em suas listas com certos objetivos e cada um cuida como quer da própria vida. Desde que não envolva outros que não entrariam nessa sem concordância e consciência). Fiquei destruída sim, porque comecei a me questionar valores, a questionar até quando seremos vistas aos olhos de alguns como simples coisas/objetos/produtos, (por favor, entendam que estou me referindo a alguns seres humanos e não a toda população mundial). Passaram-se meses…não queria sair de casa, e foquei ainda mais no meu trabalho para ocupar o tempo. O tempo passou. Como falei dez anos e de tempos em tempos ele me ligava no natal, ou algum dia de domingo. Ouvia sobre sua família porque eu apesar de não conhecer mandava presentes para a mãe e os sobrinhos. Com o tempo ele voltou a ligar com certa frequência e contar seus problemas com depressão.
      Nesses dez anos, cuidei da minha vida namorei seis anos com um brasileiro e acabamos com dignidade. Éramos diferentes demais para encarar a mesma cama e divã. Somos ótimos amigos.
      Voltando ao alemão, no ano passado a gente tava se falando quase todo dia, voltamos a querer ver um ao outro e eu aceitei voltar a namorar com ele por tudo. Não me arrependi. As pessoas mudam? E se mudarem? Somos os mesmos sempre? E nossos valores independentes das culturas? Eu paguei. Apostei.
      Vou resumir, pois a história é grande. Este ano nas férias do meu trabalho, fui para Alemanha, país que já conhecia mas apenas Frankfurt, pois já trabalhei na Europa. Nesta viagem fui finalmente conhecer sua família, seus amigos, sua vida de perto. Olha, levei comigo a desconfiança…
      Tudo ótimo. Muito bem recebida pela mãe, irmãos, cunhadas exceto pelos amigos da mesma idade e solteiros. Todos falam português fluente, todos possuem experiência de mais de 30 anos de Brasil. (sempre nesses Estados do Brasil já citados).
      Falamos sobre a vida, passeamos pelas florestas como você citou em alguns textos, Rode, eu sou ciclista então foi o paraíso para mim. Visitei castelos que só conhecia de pesquisas que realizo, visitei museus, fotografei bastante pois tenho como hobby este momento, enfim, estava tranquilo.
      Até que o telefone dele sempre chamada e ele nunca atendia. nem o fixo, nem o celular. De repente o celular não tocava mais, claro! Silencioso. Mulheres, encontrei no armário desse homem roupas de toda numeração que puderem imaginar. Roupa íntima, sandálias, sapatos, chapéus…. no banheiro tinha ítens femininos brasileiros, na sala tinha e na cozinha também. Ok, era pra ficar sozinho 10 anos? :/ Segui… até encontrar na mesinha da sala um caderno do início ao fim apenas com nome de mulheres brasileiras e seus contatos. nesta agenda tinha um cd. Coloquei no meu notebook e fui impactada: mulheres algumas nuas, outras com roupas bem provocantes, e muitas que estavam na casa dele. Eu contei 12 mulheres de diferentes lugares do Brasil e todo ano uma. Fiquei calada e continuei. Os meus dias viraram um inferno interno. Viajamos e a minha câmera parou de repente. Ele me emprestou a dele e seguimos em viagem. Na volta peguei o cartão de memória e lá estava fotos de brasileiras que ele levou na Alemanha e gente… e suas viagens a república dominicana: pelas datas das fotos, acreditem: a cada três dias, uma mulher diferente. Senti um nojo extremo, me senti agredida. No outro cd que vi, tinha ele e os amigos em viagens ao Brasil em orgias pesadas e registradas. Esse homem fala francês, português, inglês e espanhol, entendam!

      Uma mala tinha ainda tudo que ele tinha levado na República Dominicana, (gente, as mulheres escrevem cartas de amor, tinha várias fotografias dele em momentos diversos inclusive outros). Tremi. E brigamos sem fim. Contei para a mãe dele, contei para a familia. Pois eles moram muito próximos e mesmo que não queiram, conhecem essas pessoas. Eu fui apenas mais uma, embora a mãe dele tenha me recebido como rainha. Saimos juntas e compartilhamos de assuntos de mulher juntas com o tradutor.
      No whatssap dele enquanto eu estava lá, tinha inumeras mensagens diárias e fotografias picantes de mulheres que o chama de meu amor, de minha vida, (Brasil especialmente e Rep. Dominicana).

      Peço desculpa pela extensão absurda deste depoimento, mas quero dizer a vocês que infelizmente tem muita gente ruim nesse mundo. Não aceitem quando o cara disser que quer um tempo pra pensar e ficar sem noticias por muito tempo. Na europa tudo é perto e eles circulam muito. Tem muita brasileira por lá, tem latinas de outros países e muitos frequentam esses lugares. A passagem comprada na Alemanha é super barata em comparação ao Brasil e com carta convite qualquer uma entra no país. Enfim, dez anos depois ele continua o mesmo e quem sabe até pior.
      Tenho três primas muito bem casadas na Alemanha e vivem há mais de 30 anos duas delas. Vivem em paz, sem problemas. Mas duvidem de homens que viajam demais e especialmente desses que estão sempre a passeio pelo Brasil. As mulheres que vi nas fotos na casa dele, me pareciam pessoas muito pobres. E sempre escolhendo o nordeste é preciso sim prestar muita atenção na questão da prostituição. Sexo de graça por troca de cerveja e restaurante. No Rio ele frequenta a Lapa, e circula nas praias mais badaladas. Vi muitas fotos de mulheres, a sua maioria morenas e negras. É preciso se cuidar, gente. Sinto muito por ter contato essas história. Sou jornalista de formação, filho na universidade, trabalho, continuo estudando. Ele me conheceu num restaurante, onde eu estava com três amigas casadas. Não sei que diferença isso faz para quem não tem caráter.

      Felicidades é a palavra de ordem. A gente levanta e segue com experiências. Desistir do amor, desistir de mim e do que eu acredito, NUNCA. Sejam firmes e atentas. Beijos e todas, Rode, estou encantada com sua delicadeza, com sua essência.

      Sinta-se abraçada.

      • Uau, Patrícya! Que relato forte e sincero!
        Obrigada por compartilhar suas história conosco aqui no blog! Espero que seu comentário seja lido por muitos leitores por aqui!
        Você faz muito bem em não desistir do amor! Que Deus te abençõe e traga o homem certo até você!
        Receba o meu abraço também,
        Rode

      • Oi, meu nome é Verônica e eu estou perplexa com a sua história. Estou de casamento marcado para fevereiro e me identifiquei, o meu noivo também tinha essas roupas e chinelos de vários tamanhos e fotos que ele chamou de particulares. Já estava com medo e agora estou pensando em desistir…

    • *Desculpem os erros de digitação e concordância em alguns trechos. Escrevi rápido e não fiz revisão do texto antes de enviar. Mil perdões.

  1. Olá, Rode!

    Uma amiga muito querida me indicou o seu blog e gostei muito!!! :))
    Acabei de ler algumas postagens,e você escreve de maneira muito sensível! Gostei muito do que você escreveu! Também sou carioca! Essa questão do tempo pra pensar é uma grande verdade…. :)))

    Um grande beijo,

    Dani

    • Bem-vinda ao blog, Dani! Que bom que vc gostou;) Abraços pra vc e pra sua amiga que te indicou o meu blog:)

  2. Gostei do texto e confesso que ele me tranquilizou um pouco.
    Me relaciono com um alemão por mais de 1 ano e sinto uma certa dificuldade de entender os costumes as atitudes dele especialmente dessa coisa de ter tempo só pra ele.
    Ele é um amor de pessoa e inúmeras vezes demonstrou o quanto gosta de mim, mas quando encontra-se muito ocupado ou trabalhando ou com os amigos, some. Fica incomunicável até ficar totalmente livre.
    Particularmente odeio grude e essa chatice que nós brasileiros temos de fazer tudo com o companheiro. E se não faz é porque não ama ou porque tá traindo, um saco.
    Porém com ele estranho essa coisa de ficar sempre na dele sem se comunicar comigo. Ás vezes fico até uns meses sem ter nenhuma notícia sua. Mas dizem que é cultural já que alemães no geral são criados para serem emocionalmente independentes e fissurados no trabalho.
    Estou tentando me acostumar.

    • Olá, Lucia! Que bom que o texto foi de proveito pra vc! Desejo tudo de bom pro relacionamento de vcs e que consigam enfrentar de forma positiva as diferenças culturais… Abraços!

  3. Muito interessante ler histórias assim, pois enriquece nosso ponto de vista em relação a morar em outro país e a entender um pouco mais das consequências de nossas escolhas, como casar e morar em outro país.Estar inserido em uma cultura bem diferente da nossa, não é realmente muito fácil, mas é gratificante poder estar disponível a ampliarmos nossa visão de mundo e como nos relacionar melhor com as pessoas .Com este tipo de experiência, mesmo que muito pessoal, você transparece situações bem edificantes e proveitosas.

    • Eh por isso mesmo que divido minhas experiências aqui, Lucilene! Pois sei que elas podem ajudar a outras pessoas tb. Abs.!

  4. Olha, é até engraçado ler os comentários e seu texto pois eu que sou marinheira de primeira viagem e aprendendo a me relacionar.. confesso que é muito estranho o lance de querer ficar sozinho. Eu entendo a necessidade, até gosto de ter isso mas a não comunicação é muito estranha. Quem não sabe confiar deve pular fora fácil. Eu ainda estou aprendendo, mas vale a experiência. Obrigada por compartilhar a sua.

  5. Olá..
    Adorei sua postagem, pois tbm tenho certas diferenças com meu marido nesta questão, sou descendente de alemães, meus bisavós vieram da alemanha parã o Brasil, e desde q me conheço por gente, falo alemão em casa e tive até dificuldades na escola por isso,minha família segue a risca certos costumes e tradições alemãs q para meu marido são difíceis de aceitar e entender e acabamos nisso desentendendo por algumas vezes. E ler seu blog hj me deixou bastante feliz em saber q não sou só eu uma estranha no ninho.. .rsrsrs… muito obrigado..bjos

  6. Olá Rode, que interessante para min ler esse texto, quanta coisa temos em comuns, eu sou brasileiro minha esposa alemã, temos sois filhos, obrigado por se sincera, sugiro que vc escreva um livro a parti do seu blog, tem muita coisa boa aqui….eu recomendo

    • Olá, Allan! Seja bem-vindo ao blog! Obrigada por me motivar quanto a um possível livro… Eu adoraria e, enquanto ele não sai, eu vou treinando por aqui… Abs.!

  7. Muito legal você dividir suas experiências. Adorei quando você contou sobre o interesse do seu marido em aprender português, porque namoro um alemão e o idioma que usamos pra nos comunicar é o inglês, já que nos conhecemos nos Estados Unidos e ainda moramos aqui. Eu amo aprender outros idiomas e antes mesmo de conhecê-lo já tinha planos de aprender alemão, agora claro, meu interesse ficou maior. Mas o que me surpreendeu, foi quando ele manifestou interesse em aprender português também. Assim como você, me senti especial e amada. Nunca imaginei que me relacionaria com um alemão, ainda mais morando aqui nos EUA. Mas digo, que estou muito feliz, mesmo com as diferenças culturais. Ele sempre procura me mostrar coisas sobre a Alemanha e eu amo o jeito orgulhoso dele, no bom sentindo, em me mostrar e me contar como são as coisas por aí. Ele tem o orgulho bávaro rs. Sei que tem um expressão, „primeiro bávaro, depois alemão“, e ele é exatamente assim. Eu não vejo a hora de conhecer Bavária, de tanto que ele me mostra vídeos e conta histórias.
    Parabéns pelo blog! Estarei sempre acompanhado, e como você posta em alemão também, já indiquei a página do facebook a ele :)

    • Querida Fernanda, adoro quando leio relatos como o seu! Seja bem-vinda ao blog e continue acompanhando porque vem muita coisa boa por aí:) Abs.!

  8. Pingback: Alemanha e Brasil: Situações inusitadas de um casamento binacional | Ungewöhnliche Situationen einer binationalen EheEntre duas culturas

  9. Estou acompanhando o blog desde que comecei a namorar com uma alemã. Confesso que nunca parei para ler e saber mais sobre a cultura alemã, mas depois dela, eu fique totalmente encantado com toda a história, os hábitos, a cultura no geral.

    Sempre gosto dos posts aqui e a maioria que acho interessante, compartilho com ela! Ela já sabe falar português fluentemente e estou começando agora a aprender o alemão. Não por obrigação, mas pelo exato motivo que seu marido disse: o alemão é parte dela e quero aprendê-la para conhecê-la ainda melhor e mais profundamente.

    Acho isso um gesto realmente muito lindo e algo que levarei para minha vida inteira. No final do ano estarei visitando ela (ela voltou para Alemanha) e não conseguirei falar alemão dessa vez, mas da próxima já quero estar muito melhor!
    Continue com seus posts! :-)

    Realmente, me sinto ainda mais animado em conhecer tudo e um pouco mais sobre esse país incrivelmente belo e esse povo organizado e muito amável.

    • Oi, Sydney!
      Obrigada por sua mensagem e que bom que meu blog tem sido de proveito pra você:)
      Tudo de bom e continue acompanhando porque vem muita coisa legal por aí!
      Abs.,
      Rode

  10. Você escreve de uma forma tão leve e agradável, é um prazer ler seus textos.
    Parabéns.

    Abraço.

  11. Gostei da maneira com que vc escreve sem comparar ou julgar. Sempre tenho medo de me expressar porque muitas vezes sou mal interpretada (passo por arrogante sempre que tento explicar alguma coisa daqui).

    Vi meu relacionamento em vários dos exemplos que você deu! Eu tb falo alemao e meu namorado (alemao) aprende português.. mas nos conhecemos falando inglês e permanecemos assim :)

    Eu sempre fui meio desapegada, mas conefsso que sofri com a ‚indiferenca‘ no início… mas acho que tb ele mudou. Depois que decidimos morar juntos ele passou a dividir a vida dele comigo muito mais. Eu adoro esse jeito alemao de nao perder a própria individualidade em um relacionamento e tb acho isso muito saudável!

    E sobre ir ao Brasil sem ele… totalmente True! da última vez que fomos juntos – pra ele eram férias, mas pra mim era a minha vida! Eu nao queria ir mochilando 3 dias em cada cidade do Brasil.. eu só queria ver meus amigos e bater um papo. Fora que ele nao se dá muito bem com a ‚organizacao‘ do Rio de Janeiro… Foi bem difícil! hehe Mas agora decidi que quando eu for ele fica! :P

    Abs!

    • Olá, Mariana!
      Realmente é bem desafiador, mas a gente vai aprendendo e se ajeitando:)
      Tudo de bom pra você(s)!
      Beijos
      Rode

  12. Querida Rode,

    Obrigada por compartilhar com tanta franqueza, leveza e sensibilidade suas experiências no seu casamento bicultural!
    Meu namorado, alemão nascido e residente em Düsseldorf, foi quem me indicou seu blog. Desde então, tenho lido avidamente, pois seu modo de escrever amigável, sensível e sincero me cativaram de pronto. Sem contar que me reconheço em várias passagens de seus artigos, e como isto tem me ajudado a me entender melhor na minha história!
    De fato, a Alemanha foi para mim uma grata e feliz surpresa, pois muito embora tenha já andado bastante pela Europa, apenas este ano, agora em outubro, por conta do meu namorado, é que tive a oportunidade de conhecer sua terra. Um país de tantas qualidades admiráveis, pelo qual me encantei. Primeiro veio a paixão pelo meu namorado, e agora, por sua terra Natal, e também sua cidade, Düsseldorf é deliciosamente encantadora!
    Nos conhecemos há um ano e meio, quando ele visitou o Brasil, Rio de Janeiro, e, segundo suas próprias palavras, se apaixonou, primeiro por mim, e, em seguida, pela nossa terrinha. :)
    De lá para cá, vamos avançando na construção da nossa relação binacional, o amor vai ocupando seu espaço, e par e passo, cada um vai conhecendo mais dos costumes e modos de viver do outro, integrando nossas diferenças culturais de um modo bacana e amoroso.
    Confesso que o jeito alemão, que você muito bem descreveu, sobre ter seu tempo, refletir, e dizer não com naturalidade, embora tenha me soado um pouco estranho no início, também fez com que eu me identificasse com tais atitudes de tal modo, que me ajudaram num processo de transformação pessoal, e acabando por descobrir um jeito de amar mais maduro. Um aprendizado muito positivo, que tem sido muito bom!
    Bem, sobre a questão da língua… Meu namorado arranha umas palavrinhas do Português, adora nossa língua, e, tem uma facilidade incrível para aprendê-la! Eu, venho dando um duro danado para aprender Alemão, que, se a princípio parecia um mirabolante enigma, agora está cada vez se tornando mais fácil, gostoso e possível. :-) Eu e meu namorado nos conhecemos falando inglês, e a nossa comunicação vem seguindo por aí, bastante clara e fácil. Mas meu maior desejo é conhecer mais e mais da lingua alemã, porque, como bem disse seu marido, é parte dele, e como eu o amo… Ponho fé que vou conseguir!
    Vou seguir acompanhando seu blog, e, mais uma vez, só tenho a te agradecer pela ajuda que tem me dado a ampliar meu olhar, a me abrir cada vez mais para o novo, para o diferente, e a confiar que sim, é muito possível viver a felicidade numa relação que une duas culturas!
    Beijos, querida
    E desejo que possamos nos conhecer em breve, quando da minha próxima vez em Düsseldorf :)
    Luciene

    • Querida Luciene,
      Bem-vinda ao meu blog! Que delícia de comentário – obrigada:)
      Mensagens como esta me motivam a continuar escrevendo na certeza de que minhas experiências e relatos podem ser de proveito para muitos!
      Desejo a você e ao seu namorado tudo de bom e que vocês possam sempre crescer juntos, vencendo todos os obstáculos no caminho de vocês!
      Me avise quando vier a Düsseldorf novamente!
      Beijos,
      Rode

  13. Ola a todas!
    tenho 21 anos de relacionamento binacional e depois de passar um bom tempo frustrada com essa coisa da distância eu aprendi que isso tem muito a ver com a cultura humanista dos alemães em geral. Eles valorizam o auto-desenvolvimento, o „olhar pra dentro“ e por isso existe essa coisa do „tempo para si“. Só precisa tomar cuidado porque alguns deles abusam nesta coisa de tempo pra si e se „abrem“ em favor do outro somente quando interessa – aí não é legal. Aceitar a cultura é bom mas desde que na medida certa!

  14. Oiii Rode,
    Essa é meu primeiro comentário aqui no blog, te achei justamente porque tenho um namorado alemão e tenho muito interesse por ler sobre pessoas na mesma condição para aprender um pouquinho das experiências de outros…

    Algo que de fato foi e ainda esta sendo muito dificil pra mim é aceitar essa questão de se ter um tempo sozinho, meu querido sempre me fala da „frau abend“ ou „man abend“. Aqui no Brasil não conseguimos imaginar sair num sábado a noite sem a sua cia… mas sei que aos poucos a gente vai se adaptando..
    Ele tb teve que se acostumar com a questão da relação próxima que tenho com meus pais, pra ele é algo diferente..

    Enfim, adorei mto seu blog e estou seguindo ansiosa para ler o próximo post!

    Abraços

    • Olá, Danielle!
      Seja bem-vina ao blog! Que bom que ele é de proveito pra você:) Essa questão da família é bem típico da nossa cultura mesmo…
      O importante é sempre os dois estarem dispostos a aprender um com o outro!
      Tudo de bom pra vocês dois!
      Rode

  15. Pingback: A mentalidade alemã: 3 frases que soam bastante egoístas | 3 deutsche Sätze, die sehr egoistisch klingen - Entre duas culturasEntre duas culturas

  16. Obrigada por compartilhar tuas experiências com os que se interessam por isso, amei como explicaste com riqueza de detalhes, faça isso SEMPRE!!

    Parabéns pelo relacionamento!

  17. Olá Rode e leitoras,
    Acabei de „topar“ no Face com o artigo sobre as frases alemãs que chocam brasileiros e assim vim parar no blog!
    Me identifiquei de pronto com seu relato: tenho 22 anos de Alemanha (Heidelberg) e 17 de relacionamento binacional.
    Muiras foram as brigas e desentendimentos sobre vários pontos, principalmente o da língua (meu marifo fala pouco português até hoje – acho que nessa batalha recapitulei rsrs). Mas também tantos outros momentos de dedicação e fidelidade ao relacionamento e à família, como poucos têm. Portanto, na soma positivo :-)
    Vou acompanhar o blog e mandar o link pra ele – quem sabe contribua para que ele também me entenda melhor?
    Obrigada e grande abraço do Sudeste
    Fabiane

    • Querida Fabiane,
      Seja bem-vindao ao blog!!! Acho que muitos artigos aqui poderiam ajudar ao seu esposo a entender algumas coisas melhor… Afinal, as diferenças culturais existem e têm de ser reconhecidas para que se possa trabalhar nelas…
      Desejo a vocês tudo de bom!
      Abraços,
      Rode

  18. Olá Rode,

    Gostei muito do seu post e do blog.
    Sou brasileira, tenho 23 anos e atualmente moro nos Estados Unidos.
    Em 2014 morei 7 meses na Alemanha. Me apaixonei pelo país e pela cultura!
    Há um ano e meio namoro um alemão.
    Ele está vindo morar na mesma cidade que eu aqui nos EUA.
    Eu estou aprendendo alemão na faculdade e ele aprende português por conta própria (ele já falava espanhol, isso ajudou bastante). Porém, até o presente momento, acabamos nos comunicando em inglês, por ser o idioma mais fácil para ambos.
    A família dele é sempre excelente comigo. E sempre que dá, eu vou pra Alemanha ou ele pro Brasil.
    Legal encontrar alguém com uma história de „international love“ também! ;)

    Abraço,

  19. Adorei o texto! Além de viver com meu amado que é alemão, passei pelo segundo desafio , que digamos, e como um casamento : nosso trabalho! Sou enfermeira e passei por todo processo de reconhecimento do meu diploma aqui. Hoje posso trabalhar em toda Alemanha! Não foi nada facil…mas superado! E as diferenças quando bem compreendidas pode ser grande fonte de aprendizado e crescimento!! Abraços a você Rode! Gosto muito dos seus posts e admiro seu trabalho!

    • Poxa, Tassiana! Desculpe, só fui ver seu comentário agora:/
      Adorei ler sobre suas experiências! Tudo de bom pra você(s)!

  20. Eu vivo no Brasil, estou tendo aulas de Alemão porque pretendo viajar para realizar o sonho de a Alemanha. Sou solteira, será que consigo um marido por ai ou já passei da idade. Seria maravilhoso viver ai. Rsrs. Você conhece algum site onde poderia me conectar com nativos que estão a procura de um relacionamento serio? Sua historia é muito linda!😍

  21. Olá!
    Acabei de achar seu blog e nossa, como está me ajudando!
    Conheci um alemão há pouco tempo e está sendo tão diferente e as vezes confuso!
    Eu super entendi ele no seu texto! Esse tempo pra si e para os amigos. Não estava conseguindo entender como é importante pra ele! Estava me sentindo mal por ele deixar de sair comigo pra sair com os amigos e quando está comigo parecer tão apaixonado… enfim! Caixas diferentes, né?
    Estou aprendendo a dar a ele o espaço que ele precisa. E bom, eu sempre quis ter esse espaço tbm então acho q é um relacionamento com futuro.
    Ainda não entendo o que somos. Nos conhecemos no Caribe e nos comunicamos em inglês. Estamos ficando há um mês e ele já diz coisas como „I love you“ hahaha eu ainda não tive essa coragem!
    Tenho familiares na Alemanha e esse ano eu decidi tentar minha cidadania e dai, puff esse alemão apareceu.
    Seria fantástico se pudéssemos conversar mais, eu e vc, para me ajudar a entender tudo isso.
    Mas estarei acompanhando o blog e lendo as postagens !
    Queria saber mais sobre relacionamentos à distância. Estarei 2 meses no Brasil e logo depois um ano na Suiça pra terminar meus estudos, não sei se deveria embarcar nessa de relacionamento à distância. Eu precisaria de muito mais atenção hahaha mas não teria problema em me comprometer a ele.
    Obrigada!

    • Olá, Camila!
      Seja bem-vinda ao meu blog! Bom saber que ele tem sido de proveito pra você!
      Olha, eu não tenho experiência nenhuma no que diz respeito a relacionamentos à distância. Eu já morava aqui há 5 anos quando conheci meu marido.
      O mais importante é sempre conversar abertamente sobre tudo. Assim vocês evitam mal-entendidos. E, como escrevo em alemão também, você pode enviar os links pra ele tb:) Eu explico os dois lados. Tem ajudado bastante gente! Espero que ajude vocês também!
      Tude de vom*
      Rode

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